Mononucleose: a doença do beijo, sintomas, tratamento e mais

As doenças contagiosas sempre serão motivos de preocupação, principalmente em casos em que a transmissão acontece por meio de afetos, como um beijo. Um exemplo para isso é a mononucleose, que é conhecida popularmente como “doença do beijo”, é causada pelo vírus epstein barr (da família da herpes).

Esse vírus costuma a ser transmitido pela saliva, por isso que o beijo passa a ser o principal responsável por aumentar os números de pessoas afetadas por ele, no entanto, de acordo com os médicos, a mononucleose também é transmitida quando uma pessoa tem contato com secreções orais das pessoas contagiadas.

A doença pode ser notada por diferentes sintomas, a febre alta e inflamação da garganta são mais comuns. Confira os outros detalhes no texto.

Mononucleose: A doença do beijo

Clinicamente conhecida como mononucleose, a doença do beijo se caracteriza como uma enfermidade infecciosa causada por um vírus que pertence a mesma família da herpes, a epstein barr (herpesvírus humano 4). A infecção desse vírus ocorre pela transferência oral de saliva, por isso é comum as pessoas serem contagiadas pelo beijo, contato íntimo em que há troca de saliva contaminada.

A mononucleose pode parecer inicialmente inocente, afetando apenas a boca e causando dores e inflamação da garanta ou outros. No entanto, trata-se de uma doença que, assim como qualquer outra doença infecciosa, pode gerar grandes complicações e a partir disso a saúde da pessoa entra em um estado de risco.

Entre as complicações mais comuns pode-se destacar o linfoma de Burkitt  um tipo de câncer, que até então era mais comum na África. Além disso, também há possibilidade de citar outras complicações, como os tumores dos linfócitos B, os tipos de câncer que afetam o nariz ou garganta, e também outras complicações mais simples: a anemia, icterícia, hepatite, amígdalas inchadas e muitos outros.

Assim, para que essas complicações não aconteçam, se mostra fundamental ter atenção quanto aos sintomas, e ao notar alguma anomalia tem a chance de fazer exames específicos que diagnosticam a doença e permitem que o médico te proponha os melhores tratamentos que possam ajudar na cura.

Os principais sintomas da Mononucleose

A mononucleose infecciosa costuma desenvolver sintomas específicos que se tornam fáceis de identificar, justamente por afetar a saúde das pessoas. Ocorre que esses sintomas são “simples”, por isso costumam confundir as pessoas, ao ponto de fazê-las considerar outras doenças, sem cogitar a doença do beijo,apenas após o médico salientar essa possibilidade ? que ainda assim, não é tão comum.

Obviamente que existem sintomas mais específicos e complicados, mas não são todas as pessoas que os desenvolvem, sendo interessante compartilhar a relação de sintomas frequentes e possíveis que essa doença infecciosa passa promover às pessoas, sendo que a febre alta é um dos sintomas mais comuns.

  • Fadiga;
  • Sensação de mal-estar;
  • Dor de garganta;
  • Inflamação de garganta persistente mesmo ao usar medicamentos;
  • Febre mediana ou alta;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos a partir do pescoço e axilas;
  • Amígdalas inchadas;
  • Dor de cabeça;
  • Erupção cutânea;
  • Baço suavemente inchado;
  • Placas esbranquiçadas na garganta;
  • Ínguas no pescoço.

Os principais tratamentos e prevenção da Mononucleose

Infelizmente não existe uma forma garantida de prevenção da doença do beijo, até porque o não contágio depende mais da consciência das pessoas que foram diagnosticadas com a mononucleose, do que propriamente dito das outras pessoas ? já que não há maneiras de identificar se uma pessoa possui o vírus ou, que de certa forma, está contaminada apenas ao olhar.

É preciso saber quais são os seus principais tratamentos para evitar que as complicações ocorram, prejudicando a saúde. De acordo com os médicos, não há um tratamento certo para curar o vírus, mas sim o conselho de usar medicamentos que aliviam os sintomas, como os corticosteroides ou até mesmo antibióticos que sejam capazes para tratar as infecções bacterianas.

O interessante é que a mononucleose permite que as pessoas que já foram, de alguma forma, infectadas pelo vírus, criam anticorpos para a doença. Assim, a pessoa não corre o risco de voltar a ser contagiada pelo vírus do epstein barr.

Se perceber algum dos sintomas que foram citados acima, consulte um médico.

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