Levofloxacina – posologia, efeitos colaterais e bula completa

O levofloxacino ou a levofloxacina é um antibiótico fluorquinolona de 3ª geração, indicado para o tratamento de infecções por bactérias. Ele foi lançado no mercado em 1993, no Japão, e é comercializado no mercado farmacêutico com diferentes nomes, como Takov, Tavaflox, Levoxin, Tamiram, Levaquin, Vonax, Tavagran ou Livepax.

O remédio é eficaz contra uma quantidade bastante grande de bactérias gram-negativas, aquelas que são patogênicas, com maior virulência e mais resistentes aos antibióticos. Com isso, muitas vezes, o levofloxacino é prescrito para uma ampla série de infecções, em que o agente causador é desconhecido. Contudo quando o agente é identificado pode ocorrer de o tratamento ser interrompido e levado em frente com o uso de outro antibiótico, que tenha um espectro mais restrito.

Levofloxacin

Para o que serve o levofloxacino?

É indicado especialmente para:

  • Tratar infecções geradas por bactérias causadas por agentes sensíveis;
  •  Infecções que ocorrem no trato respiratório, tanto inferior quanto superior (sinusite, pneumonia e exacerbações agudas de bronquite crônica);
  • Infecções do tecido subcutâneo e da pele, sejam elas complicadas ou não (erisipela, celulite, furunculose, abscessos e impetigo);
  • Infecções do trato urinário (pielonefrite aguda);
  • Osteomelite;
  • Doença do legionário.

Preço

O levofloxacino pode ser encontrado nas farmácias e drogarias nos formatos de comprimidos, comprimidos revestidos ou solução injetável. Os valores variam de acordo com a quantidade de miligramas, podendo ser encontrado entre os valores de R$30,00 e R$80,00, já a solução injetável pode ser encontrada entre R$ 130,00 e R$ 160,00.

Qual a posologia?

A dose de levofloxacino usual para os pacientes adultos que tenham função renal normal é de 500mg, por via oral a cada 1 dia, sendo que os comprimidos podem ser ingeridos uma ou duas vezes por dia. A dose depende do grau de severidade, do tipo da infecção e da sensibilidade do patógeno. Além disso, eles podem ser ingeridos independentemente das refeições.

Os pacientes idosos podem utilizar a mesma dose indicada para os pacientes adultos, desde que não tenham nenhum tipo de doença nos rins. Já as crianças e os adolescentes não devem fazer uso do levofloxacino.

A duração do tratamento com o medicamento varia muito com o resultado clínico, podendo o período máximo de duração chegar a 14 dias. Contudo, assim como, para o tratamento realizado com outros antibióticos, o com levofloxacino deve ser feito por no mínimo 48 ou 72 horas.

Contraindicações

O medicamento é contraindicado para pacientes que apresentem hipersensibilidade ou alergia a sua composição, a outros agentes antimicrobianos que são derivados das quinolonas ou a qualquer outro componente que esteja presente na sua fórmula.

Além disso, ele pode ser utilizado durante a gestação e amamentação, somente quando os seus benefícios forem considerados maiores dos que os riscos esperados e as reações adversas que podem causar à mãe e ao bebê. O levofloxacino não deve ser utilizado sem orientação médica.

Como agir em casos de superdosagem de levofloxacino?

Antibiotico LevofloxacinNos casos em que os pacientes ingerem uma grande quantidade do remédio no formato de comprimidos e de maneira recente, a orientação é buscar pelo atendimento médico imediato.

O medicamento age no sistema nervoso central e pode causar convulsões, vertigens e alterações de consciência, assim como reações gastrointestinais, por exemplo, náuseas.

Para a remoção do medicamento ainda não absorvido pelo organismo pode ser utilizado carvão ativado, assim como se pode considerar o esvaziamento gástrico. O levofloxacino não é removido do organismo por meio de diálise peritoneal ou hemodiálise de forma eficiente.

Efeitos colaterais

O consumo do levofloxacino pode causar algumas reações adversas e efeitos indesejáveis sobre os pacientes. De acordo com estudos clínicos realizados as reações mais comuns, que ocorrem entre 1 e 10% dos pacientes, são :

  • Infecções, como a monilíase;
  • Distúrbios psiquiátricos, como insônia;
  • Distúrbios do sistema nervoso, como tonturas e dores de cabeça;
  • Distúrbios respiratórios, como dispneia;
  • Distúrbios gastrointestinais, como dores abdominais,
  • Náuseas, vômitos e diarreias;
  • Distúrbios do tecido subcutâneo e da pele, como erupções cutâneas e pruridos.

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