Tipos de depressão – A diferença entre os 6 tipos, causas e tratamento. Faça seu diagnóstico!

A depressão é uma doença séria que assola milhares de brasileiros e suas famílias. Há quem diga que não é doença, que é apenas um estado de espírito, porém quem sofre com a depressão sabe o quanto esse problema pode ser prejudicial a sua vida social, sua saúde e também sua vida. São vários os tipos de depressão, mas seja qual for o tipo, a doença deixa o paciente triste, com aquela sensação de impotência e de não ser aceito na sociedade em que vive.

A depressão altera o ânimo do paciente, afetando drasticamente sua vida e a vida dos que o rodeiam. É comum confundir o problema com tristeza, mas a família deve estar atenta aos sinais para procurar ajuda o quanto antes. Para conseguir o tratamento adequado, a família e o paciente devem reconhecer qual o tipo de depressão.

Conheça os tipos de depressão, suas diferenças, diagnóstico e tratamento:

Tipos de depressão

1 – Transtorno depressivo grave

Esse tipo de depressão impede que o paciente tenha uma vida ativa e normal, pois a impossibilita de trabalhar, estudar e até fazer as tarefas mais rotineiras como comer e dormir. É natural que pessoas que sofram com esse tipo de depressão se isolem do restante do mundo, começando pela própria família.

Pacientes que sofrem com o transtorno depressivo grave podem acabar convivendo com ele por toda a vida, passando por fases complicadas da depressão. O tratamento para esses casos é essencial para tentar proporcionar boa qualidade de vida. Mas há casos de pacientes que desenvolveram esse tipo de transtorno apenas uma vez.

2 – Transtorno distímico

Apesar de ser um tipo de depressão menos grave que o anterior, é o tipo que tem a maior duração: no mínimo dois anos. Durante dois anos o paciente irá sofrer com desânimo, falta de vontade de fazer qualquer atividade, mesmo aquelas que antes eram prazerosas.

Apesar de deixar a pessoa para baixo e sem interesse pelas atividades, o transtorno distímico não impede que o paciente trabalhe ou tenha uma vida social. Mas, apesar de continuar inserido na sociedade, esse paciente poderá não ter uma vida “normal”, já que mesmo trabalhando e estudando, sofrerá com o desânimo e os outros sintomas da depressão, porém com menos intensidade.

A depressão ainda pode ser causada por alguma situação, como por exemplo:

3 – Depressão pós-parto

Como o próprio nome já diz, esse tipo de depressão acontece principalmente com mulheres que acabaram de dar a luz, seja qual for o tipo de parto que ela tenha passado. Os principais sintomas é irritação, tristeza e até mesmo rejeição ao seu próprio bebê.

4 – Depressão reativa

Há pessoas que sofrem uma perda irreparável e acabam se afundando na depressão. Essa perda pode ser de um familiar, um amigo ou até mesmo algo material como uma casa ou o emprego.

Nesses casos a dor da perda toma conta, impedindo que a pessoa a supere. Como conseqüência, ela acaba se isolando, transformando-se em uma pessoa introvertida, insegura e triste.

5 – Depressão por esgotamento

É comum sofrer pressão no trabalho ou em casa, porém em alguns casos, esse excesso de exigências, de falta de tempo e o estresse do dia a dia acaba culminando na depressão por esgotamento, pois o paciente estará completamente desgastado com sua própria vida, causando um cansaço psíquico. Com isso, ela procurará se isolar de tudo e de todos em busca de uma calma que ele não sente em sua rotina.

6 – Tratamento para depressão

O tratamento para depressão deverá ser indicado por um profissional, já que será necessário uso de medicamentos controlados, que podem variar de acordo com a intensidade da doença e também de seu tipo.

Além disso, o tratamento para depressão inclui buscar ajuda e apoio de outras pessoas, sejam amigos, parentes, conselheiros de saúde mental, psiquiatras ou outros médicos. É um processo que deve incluir todas as pessoas próximas do paciente, pois ele precisará se abrir e compartilhar os seus problemas, seus pensamentos e tristezas. Sem o apoio, ele não terá base suficiente para isso.

É recomendado também que o paciente recorra a atividades que costumam ser prazerosas, como praticar exercícios, tomar sol, viajar ou até mesmo dormir. Mais uma vez a presença de pessoas queridas se faz necessária e importante.

O tempo do tratamento irá variar de acordo com o tipo e intensidade da doença. Cada paciente reage de uma forma diferente, uns estão curados em pouco tempo, outros demoram mais. O tipo de depressão também influencia, já que em alguns tipos podem reincidir em um futuro próximo — ou não. Estar de olho nos sintomas é o primeiro passo para a cura. Geralmente, o próprio paciente demora a enxergar o problema, por isso o apoio e a análise da família é fundamental para identificar o tipo de depressão.


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